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5 motivos que geram estresse no trabalho (e como lidar com eles)
11/07/2018 - Saúde no Trabalho
Já é um clichê dizer que muitos ambientes de trabalho são carregados por causa da competição, da pressão por resultados e de eventuais discussões acaloradas.
 
Situações como essas estimulam um mal conhecido na rotina profissional: o estresse.
 
E o que pode começar como um espasmo facial e têmporas suadas, pode desencadear uma série de complicações à saúde – em um longo prazo, pode até virar um burnout.
 
Conviver com a insatisfação pode afetar seu rendimento produtivo. Por isso, além de identificar os fatores que pisam no seu calo, é importante aprender a amenizá-los.
 
Veja alguns pontos que merecem sua atenção.
 
1. Acúmulo de funções
 
Muitas empresas têm o quadro de colaboradores reduzido e, por esse motivo, alguns poucos acumulam mais funções na estrutura.
 
O que fazer?
 
Ao se sentir sobrecarregado, trace uma lista de relevância e prioridade.
 
Ainda que “tudo seja urgente” pela perspectiva de quem solicita, siga a hierarquia da empresa e organize suas tarefas nesse sentido.
 
Outra alternativa: conversar com seu líder direto para organizar o dia a dia e discutir a melhor forma de se resolver.
 
E não se esqueça de reservar de 10 a 15 minutos para fazer uma pausa, tomar um café e não entrar em parafusos.
 
2. O imediatismo dos resultados
 
É cada vez mais comum a busca por talentos que possam entregar resultados imediatos, o que aumenta a cobrança (e até autocobrança) por tudo pronto de pronta entrega.
 
O que fazer?
 
Apesar da pressão, o profissional precisa entender qual seu papel na entrega dos resultados e tentar equilibrar a vida profissional com a pessoal, não deixando as cobranças prejudicarem a saúde.
 
Não levar trabalho para casa também é importante, já que o descanso de mente e corpo é crucial para o bom desempenho.
 
Caso contrário, o exagero por custar para a própria empresa.
 
3. Lidar com frustrações
 
As frustrações dentro de uma empresa podem ser diárias: a meta não conquistada, a promoção que não veio, as comparações entre projetos da mesma área, entre outras.
 
Isso pode ser um tiro no pé em termos profissionais. Mas socar a mesa também não é uma saída.
 
O que fazer?
 
A palavra é: autogerenciamento. “O nosso autoconhecimento é muito importante nesses casos, já que sabemos do nosso potencial, das habilidades e até que ponto podemos chegar e contribuir para a empresa”, afirma Elen Souza, assessora de carreira da Catho.
 
É essencial utilizar cada momento como aprendizado e criar planos de ação para situações futuras.
 
E caso isso esteja atrapalhando o rendimento ou até mesmo influenciando de forma negativa fora do trabalho, é aconselhável conversar com familiares e amigos.
 
Em último caso, procure ajuda profissional como terapeutas ou psiquiatras.
 
4. Falta de comunicação
 
Um grande problema das organizações é a falta de diálogo entre os gestores e os colaboradores.
 
Isso, por sua vez, pode gerar insegurança tanto em pequenos trabalhos do dia a dia quanto na perspectiva dentro da empresa em um longo prazo.
 
E quando dois não falam “a mesma língua”, a chance de gerar atrito e estresse é maior.
 
O que fazer?
 
Seja um adepto do feedback – tanto dar quanto receber.
 
De uma forma saudável, marque reuniões e tente se aproximar de seus companheiros de trabalho (em especial, a chefia).
 
Mesmo que você receba algumas críticas, encare-as de forma positiva e tente melhorar.
 
5. Relacionamento interpessoal
 
Encarar o local de trabalho como um inferno na terra pode ser muito estressante.
 
Seja no ambiente corporativo ou fora dele, temos de lidar com diferentes opiniões e pontos de vista, mesmo que isso seja desagradável.
 
Caso você tenha alguma dificuldade em lidar com algumas pessoas, seja discreto.
 
Por outro lado, tente se aproximar e fazer amizade com outras.
 
O que fazer?
 
É importante trabalhar a empatia, aprender a escutar e, claro, promover alguns happy hours para descontrair.
 
Quanto melhor for sua relação com outros colegas, mais fácil e leve será sua rotina.


Fonte: VIP.


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